Opinião

Tenho modelos de peças de família no meu computador, confeccionadas, diariamente, por mais de 2 anos.

Estou fazendo o possível para atualizar o blog e responder os comentários.  Mas a labuta diária de uma advogada me impede de fazê-lo com a frequencia que gostaria. Deixe sua opinião.

Outro detalhe importante, não envio modelos por e-mail.

Karla Tavares.

  1. #1 by Maria de Lourdes Gutheil on 11 de Julho de 2010 - 12:00 am

    Dra. Karla!

    Sou advogada na cidade de Porto Alegre/RS, e gostaria de um modelo de ação declaratória de união estável, em que ambos os cônjuges já são falecidos, para pleitear os bens no inventário do companheiro falecido. Desde já, fico agradecida.

    Maria de Lourdes Gutheil

    • #2 by Direito de Família on 18 de Agosto de 2010 - 7:51 pm

      Não tenho esse modelo específico, mas posso ajudá-la. O interessante é saber quem tem interesse nessa ação. Aguardo informações.

    • #3 by Gilmar Lourenço da Silva on 1 de Abril de 2011 - 8:30 pm

      Bom Tarde Drº Karla!
      Sou advogado recem formadop e gostaria, se possível, de um modelo de oferta de alimentos para filha, apos a separação do casal que vivia sob o regime de união estavel..
      Desde já agradeço!

      Gilmar.

      • #4 by Cristina on 18 de Abril de 2011 - 5:43 pm

        Por favor gostaria de entrar em contato com o Adv. dr. Gilmar Lourenço da Silva, OAB/DF 29430, se for o senhor poderia entrar em contato comigo.
        siplesmente.morena.df@hotmail.com

      • #5 by frederico pyramo on 30 de Maio de 2012 - 8:10 pm

        Bom Dia Drª Karla!
        Sou Advogado Recem formado em Belo Horizonte e estou com uma duvida em uma ação declaratoria de união estavel post mortem em que não fora aberto o inventario anida e o de cujus deixou uma filha menor. Nesse Caso quem seria o sujeito pasivo da ação?Já que não existe espolio pelo fato do inventario ainda não ter sido aberto judicialmente .Seria uma Ação declaratoria sem réu apenas para declarar a união estavel?
        Desde já agradeço e fico no aguardo de uma resposta, caso prefira posso lhe reenviar tal pergunta por e-mail!
        Frederico Pyramo.

  2. #6 by Francine Mendes Mascarenhas Nonato on 19 de Agosto de 2010 - 2:41 pm

    Bom dia Drº Karla!
    Sou advogada do interior da Bahia e gostaria, se possível, de um modelo de alegações finais em ação de medida cautelar de busca e apeensão de menor com pedido de liminar.
    Desde já agradeço!

  3. #7 by Gracielle on 15 de Setembro de 2010 - 7:25 pm

    Olá,

    gostaria de um modelo de petição inicial de dívorcio (no molde da pec 66/2010), com pedido de alimentos para filho menor. Regime de separação parcial e após o casamento foi construída uma casa inacabada no terreno que foi comprado antos do casamento pelo marido. A esposa solicita a parte que lhe cabe da construção. a 3 meses ela saiu da casa que morava com o marido (a casa da família dele). Obrigada

  4. #8 by Silvana Diniz de Albuquerque on 16 de Setembro de 2010 - 9:29 pm

    Prezada Dra. Karla,

    Estou em um processo de divorcio litigioso, meu ex marido me ameaçou entrei com denuncia na delelgacia da mulher, gostaria de tratar o assunto através de um contato seu, como posso fazer?

    Grata
    Silvana

    • #9 by Adv. Karla Tavares on 21 de Setembro de 2010 - 8:51 pm

      Nós podemos te ajudar a achar uma solução adequada, mas acredito que o principal já foi feito: queixa-crime. Meu e-mail é karla.liliany@hotmail.com.

  5. #10 by Marinalva on 7 de Novembro de 2010 - 7:11 pm

    Dra Karla, obrigado por ter respondido minha pergunta anterior. Gostaria de mais informações. No caso da guarda compartilhada ela intefere na pensão alimenticia.? Por exemplo se houver a guarda compartilhada não havera pensionamento ?

    • #11 by Adv. Karla Tavares on 11 de Novembro de 2010 - 1:11 pm

      Não.

      Como sabemos, o resultado da pensão alimentícia é dado por meio do binômio = necessidade x possibilidade. Na guarda compartilhada se verifica a real necessidade do filho menor ou incapaz, assim os pais devem ajustar seus ganhos para cumprir seu dever de sustento, pois na maioria das vezes, o pai ou mãe não ganha o mesmo que o seu ex-conjuge. No meu entender, caso os dois pais tenham o mesmo padrão de vida (salário e despesas) e compartilhem a guarda do seu filho, não há a necessidade de decretação de pensão alimentícia. O que raramente acontece em um litígio judicial.

      Aqui vai um trecho uma petição minha, em que o meu cliente requer a guarda compartilhada e oferta uma pensão aos filhos:

      “Como meio de manter os estreitos laços afetivos entre o pais e filhos, genitor é estimulado ao cumprimento do dever de alimentos, vez que está presente na tomada de decisões e percebe reais necessidades dos filhos, e por tal razão oferece 15% (quinze por cento) dos seus ganhos líquidos como funcionário público estadual – investigador da polícia civil (doc. 19).
      Além deste valor pecuniário, o pai se compromete a manter para ambos os filhos, um plano de saúde de assistência integral, bem como pagar quando necessário for, despesas com farmácia, dentistas, médicos e outras inerentes a sua condição de pai, de acordo com a cota parte, que lhe cabe adimplir, correspondentes a cinqüenta por cento (50%) destas.
      Além disso, a autora é microempresária e está na posse total do empreendimento das partes, e mesmo com a meação esta ficará com capital suficiente para acontinuidade de sua atividade empresária no ramo que tem larga experiência, e assim, também ajudar no sustento nos filhos.”

      Espero ter ajudado.
      Abraços, Dra. Marinalva.

  6. #12 by Patrícia on 10 de Novembro de 2010 - 1:27 pm

    Bom Dia Drª Karla
    Sou advogada e estou precisando de auxílio. Será que a Srª pode me ajudar?
    Trata-se de Ação de Divorcio, pela Emenda 66, onde o casal permeneceu casado por 02 e alguns meses, estando a 6 ou 7 meses separados de fato. REgime parcial de casamento. Meu cliente é o marido e quer o divorcio, porém a mulher não quer. Ela saiu sem problemas de casa, pois o casal não estava se dando muito bem, e retornou para casa da mãe. Ocorre que apo´s nem mesmo 1 mês ela descobriu que estava grávida. Ele trabalha em uma empresa no qual é funcionário registrado. Preciso propor Ação de Divorcio pela nova emenda, mas em se tratando da minha primeira não sei como proceder. Será que a Drª possui um modelo. Acredito ser necessário informar ao juzio que não se opõe ao pagamento de pensão alimenticia, porém ele ganha muito pouco, mensalmente abatendo-se o que se deve, recebe R$ 760,00, Provavelmente ela irá tb requerer pensão para ela. Não sei se devo informar esses valores na inicial ou não. O que a Drª acha? Pode responder no meu e-mail. Fico muito grata
    Patrícia

  7. #13 by vanessa on 12 de Novembro de 2010 - 11:38 am

    gostaria de recer um modelo de divorcio litigioso direto, face a novo lei, obrigado atenciosamente Vanessa.

  8. #14 by Nilce Aparecida Silveira on 13 de Dezembro de 2010 - 7:54 pm

    Oi, tudo bem.O caso que vou relatar se passa com meu filho, tentarei ser breve. Após 2 meses de namoro ele engravidou sua namorada. Caso aceito, esperamos o nascimento da Sabrina com muito amor. Devido não ter condições ficou decidido que morariam cada qual com seus familiares até terem condições. Porém para que as brigas que se sucederam após o nascimento (07/03/2009), em fevereiro de 2010 ambas, mãe e filha, passaram a morar em nossa copmpanhia (eu, minha mãe e meu filho). Após a morte de minha mãe que se deu em 04/04/2010, o convivio se tornou insuportável. Meu filho então se mudou com ambas para a casa da mãe dela. Minha nora é impulsiva, possessiva e se descontrola facilmente. Sua mãe tentou abrir seus olhos quanto a essas suas atitudes, mas de nada adiantou. A mãe dela está com ordem de despejo, não sabemos para onde elas irão, iríamos construir no fundo da minha casa, porém ela não me suporta então ela mesma desistiu da idéia. Devido a todos esses problemas e não suportando mais as agressões por parte dela, e também para evitar que o caso chegasse ao extremo dos extremos, pois até cuspir na cara dele ela cuspia quando das brigas, meu filho decidiu se separar dela. Então hoje (13/12/2010) ele voltou para minha casa com todas as suas coisas. Agora queremos saber como proceder, pois temos certeza que ela não permitirá que ele veja minha neta, nem tampouco eu. Por favor, o que devemos fazer. Estamos pensando em ir à Defensoria Pública na Liberdade pois meu filho não tem condições de pagar um advogado, será que conseguimos. Detalhe: meu filho tem 19 anos (06/07/1991), ela tem 19 anos (29/12/1990) e minha neta tem 1 ano e 9 meses (03/07/2009). Por favor estou desesperada com a possibilidade de nunca mais ver minha neta, depois da morte da minha mãe, ela e meu filho é claro, são minha razão de viver. Preciso de ajuda, e aguardo resposta. Desculpe se me alonguei demais. Atenciosamente………….Nilce

    • #15 by Adv. Karla Tavares on 20 de Dezembro de 2010 - 2:16 pm

      Desculpe-me pela demora. Há uns dois meses, estou trabalhando em outras áreas, como trabalhista e consumerista, de segunda a domingo, e fiquei um pouco longe do Blog.

      Nilce, em primeiro lugar, já vi centenas de avós na sua posição, é desesperador, eu concordo, mas não deixe que sua nora perceba isso. Mulheres vingativas, usam o amor que seu ex-companheiros tem pelos filhos, para puni-los. Um conselho: peça que o mesmo a procure pouco nesse primeiro momento, apenas para dar o dinheiro que a sua neta necessita, e só.

      Aos poucos, ela vai perceber que todos estão “tocando sua vida”, e que ela não é tão importante quanto pensava.

      Enquanto isso, o seu filho deve ir a Defensoria mais próxima e pedir uma Oferta de Alimentos cumulada com Regulamentação de Visitas. Nesse momento, ele irá ofertar um valor que possa pagar a título de pensão e pedir que alguns dias da semana a menor fique sob os seus cuidados, geralmente, o início e o término terão dia e hora marcada para acontecer, ela a sua nora não poderá descumprir tais ordens judiciais.

      Mas, como eu disse no início, depois que a mãe da sua neta perceber que ela não é tão importante, as coisas vão melhorar.

      Eu sei que será difícil nesse primeiro momento, mas evitem brigas, finjam que ela não representa nada e que suas atitudes mesquinhas (como proibir a visitação) não afetam vocês.

      Mas, entrem com o pedido de regulamentação de visitas o mais rápido possível.

      Um abraço,
      Karla Tavares

  9. #16 by Nilce Aparecida Silveira on 13 de Dezembro de 2010 - 8:00 pm

    Desculpe mas preciso complementar o caso. Desde a gravidez de sua namorada meu filho tem trabalhado para sustetá-las. Não deixando faltar nada para ambas. Minha mãe enquanto viva ajudou muito, tanto a bisneta quanto sua mãe.

  10. #17 by lia on 22 de Janeiro de 2011 - 8:31 pm

    Boa Tarde Dra Karla.
    Sou advogada de familia, se voce pudesse me esclarecer a a duvida que surgiu neste processo.
    O pai biológico quer ajudar a mãe durante a gravidez, eles não moram juntos, tiveram uma unica relação, contudo gostaria de deixar tudo dentro do processo, seria possível ele entrar com ação de alimentos gravidicos, cominado com acordo, ou seja, o pai biológico pode ser o autor nesta ação ou só a mãe.

    • #18 by Adv. Karla Tavares on 23 de Janeiro de 2011 - 1:05 am

      Boa Noite, Dra. Lia,

      Fiz pouquissímas ações de alimentos gravídicos, a maioria das lides se resolveram com acordos extrajudiciais, devidamente homologados. Um conselho meu, seria nessa ordem, realizar um acordo extrajuducial e depois homogá-lo. Caso, essa possibilidade não venha a lograr êxito, você poderia ajuizar uma oferta de alimentos gravídicos, sem apresentar muitas provas, só um comprovante de renda (caso seja assalariado) para justificar o valor a ser disponibilizado. Depois que a criança nascer, você poderá juntar a certidão de nascimento no processo, e transformar a ação em alimentos gravídicos em definitivos.

      Boa Noite. Espero ter ajudado.
      Karla Tavares.

  11. #19 by Patricia Novelli on 16 de Fevereiro de 2011 - 9:55 pm

    Dra. Karla,

    Sou advogada do Rio de Janeiro, e gostaria de um modelo de ação de alimentos, em que a requerente possui doença grave (câncer) e precisa de tratamento intensivo. Desde já agradeço. Patricia Novelli

    • #20 by Adv. Karla Tavares on 18 de Fevereiro de 2011 - 11:46 pm

      Olá Dra. Patrícia Novelli,

      Gostaria de saber, primeiramente, qual a relação da requerente com o alimentante, se a mesma foi esposa, ex-companheira, ou se é mãe ou casada.
      Sem mais,
      Karla Tavares.

  12. #21 by Alexandre Silveira on 22 de Fevereiro de 2011 - 5:24 pm

    Boa tarde Drª. Karla,
    Gostaria da sua opinião…sou advogado em Brasília e tenho uma cliente que foi casada por trinta anos e que divorciou-se há ano e meio. De fato nunca houve o rompimento do casal e continuaram mantendo família (dois filhos maiores e um menor), bem como coabitando no mesmo endereço. O marido veio a falecer e a esposa teve indeferido seu pedido de pensão da polícia militar (ligada à União). Encontraria algum óbice no reconhecimento de união estável “post mortem”?
    atenciosamente,
    Alexandre

  13. #22 by Geraldo da Mata on 5 de Abril de 2011 - 1:48 pm

    boa dia
    Estou com um problema! minha cliente tem três filhas um é menor, o conjuje não vem em casa já a 6 anos.
    Posso pedir o divórcio direto e que ele seje citado por edital? Você tem um modelo?.
    Em tempo seu trabalho é maravilhoso, gostaria de manter o seu contato.
    Um abraço

  14. #23 by Maria de Fátima Oliveira on 2 de Maio de 2011 - 2:51 am

    Doutora,

    solicito informações sobre Ação Judicial – Declaratoria Consensual de União Estável, pois, com a legislação atual há a possibilidade de ser feita uma Escritura Pública de União Estável em Cartório. Porém, existe um casal que não quer realizar esta Escritura, e sim quer fazer de forma judicial, então minha dúvida é de como está a Jurisprudencia a respeito disto, ou seja, se está sendo aceita esta ação normalmente, inclusive porque o casal não possui bens.
    Inclusive desejam que seja feita averbação da União na Certidão de Nascimento do casal.
    Aguardo resposta o mais breve possível, em meu email fornecido.
    Grata

  15. #24 by Roberto on 4 de Maio de 2011 - 10:27 pm

    Boa noite, Doutora!

    Sou adv em salvador-ba e estou com muita dúvida acerca de inventário.

    Fui contratado para fazer um inventário. Existem dois imóveis a serem inventriados: 01 ap e 01 casa com três pavimentos. Porém o marido já é falecido há mais de 17 anos e foi realizado um inventário judicial. Ocorre que, agora quem faleceu foi a esposa meeira. O ap está em nome dela e a casa ainda está em nome do marido. Para fazer esse novo inventário preciso fazer referência ao inventário anterior. O iptu está atrasado. Posso fazer esse inventário em cartório já que não tem nem menor e nem incapaz, além de não haver conflito quanto a partilha?

    Obrigado!

    • #25 by Adv. Karla Tavares on 10 de Maio de 2011 - 8:55 pm

      Caro Dr. Roberto,

      Antes de tudo, pagar ou negociar a dívida do IPTU. Todos os impostos devem estar em dias. Depois, verificar como fora feito a partilha desses imóveis anteriormente. Verificar se eles foram passados para os nomes certos, ou não. Daí, realizar o inventário extrajudicial. Bom mesmo, é você ir no cartório e pedir a lista de documentos necessários, e como eles devem ser apresentados. Eu faço de uma determinada forma, não sei como funcionará administrativamente na Bahia. Ok.

      O chato de qualquer inventário extrajudicial é arrolar todos os documentos necessários, pois, depois disso, é o procedimento é bem simples.

      Um abraço,
      Karla Tavares.

  16. #26 by Erlon on 10 de Maio de 2011 - 1:37 am

    Boa noite Drª..
    Analisando seu modelo de Ação de Divórcio Direto percebo que há erro quando à causa de pedir. Na ação de divórcio a causa de pedir é a decretação do divório e não de separação.

    • #27 by Adv. Karla Tavares on 10 de Maio de 2011 - 8:41 pm

      Opa…

      vou já corrigir esse erro.

      Obrigada.
      Karla Tavares.

  17. #28 by sara campos on 16 de Maio de 2011 - 8:58 am

    Gostaria de uma apreciação sua do meu blog:

    NÃO FALARÁS EM NOME DOS TEUS FILHOS: RESPEITA-OS COMO A TI MESMO!
    http://srevoredo.blogspot.com

    Uma óptima semana:)

  18. #29 by Sonieli Guedes Petrini on 18 de Maio de 2011 - 1:50 pm

    Oi sou advogada no Paraná, sou nova nessa area e gostaria de saber se vc poderia postar um modelo para mim, preciso de um divorcio litigioso com filho, e direito de visita
    a mae quer que a criança seja visitada apenas na residencia dela por ter medo que ele faça aguma coisa ela tem cinco meses, quais os dispodsitivos para usar neste caso? preciso de ajuda se puder me ajuda desde já agradeço

  19. #30 by Thiago Bittencourt on 23 de Maio de 2011 - 8:56 am

    Ola Karla, parabens pelo site e por essa iniciativa …
    Queria que voce me ajudasse numa peça de alimentos gravidicos, é quase igual a que voce postou, porem com a seguinte situação, Resumindo …
    A requerente teve um namorado com relacionamento de 02 anos, terminaram, ai ela teve outros, depois de um determinado tempo ela reencontrou esse namorado e mantiveram relaçao sexual apenas uma vez ‘casual’, como ela não teve nenhum homem depois e atraves de um resultado positivo de gravidez o procurou sendo que este não acredita nisso e nega-se a reconhcer o nascituro e de prestar-lhe qualquer ajuda !!
    É a situação hipotética que tenho que fazer e estou tendo dificuldade, desde ja agradeço a sua atenção.

  20. #31 by Lídia on 28 de Maio de 2011 - 8:08 pm

    Prezada Dra. Karla,

    Sou advogada iniciante e esta semana apareceu-me por acaso minha primeira causa – uma ação de divórcio.
    Imaginei entrar diretamente com a Ação de Divórcio, contudo lendo o seu blog verifiquei que alguns juízes no RS estão considerando ainda o prazo da separação judicial. Como devo proceder? Eles estão separados de corpos a quase 02 anos.

    Grata

  21. #32 by thiago on 1 de Junho de 2011 - 7:45 pm

    Sou advogado em Campina Grande/PB, recebi o seguinte caso, Maria, já viuva, vivia em uma união estável com João a cerca de 5 anos, desse relacionamento nasceu uma filha que conta atualmente com 2 anos. João era casado de direitos mas separado de fato a mais de 15 anos, e sua esposa e filhos maiores moram atualmente em São Paulo. Ocorre que João morreu e deixou apenas valores provenientes do FGTS e PIS depositados na Caixa Economica.
    minha duvida entro com uma ação para reconhecimento de UNIÃO ESTAVEL com o pedido de liberação de tais valores ou com ALVARÁ JUDICIAL em favor da menor para receber tais valores.

    sabendo que com o alvará os valores provavelmente ficaram depositados em uma conta da menor e só poderam ser movimentados quando ela chegar a maioridade.

    meu receio também é que se caso prefirá ingressar com de reconhecimento de união estavel o processo seja mais demorado ou que o juiz resolva ouvir a primeira famila do falecido.

    grato pelo espaço

    ps estarei aí em Manaus proximo dia 26 fazer a prova da defensoria

  22. #33 by Eva Márcia da Fonseca Rosa on 16 de Junho de 2011 - 11:36 pm

    Prezada Dra. Karla, boa noite!

    Sou uma colega sua de São Paulo, e pesquisando – direito de família, descobri o seu blog, o qual a Dra. está de parabéns pela propriedade com a qual faz as ponderações.

    Estou com uma dúvida em um divórcio litigioso, e gostaria de poder contar com a sua ajuda, se possível.

    Estou pelo divorciando, e a genitora está irredutível em fazer qqer acordo para facilitar, assim sendo, pergunto:

    1 – A Dra. acha que eu deveria (preliminarmente) já ofertar os alimentos (com a consequente expedição de ofício à empresa p/ descontos), entendo que na proporção de 20%, já que se trata de um único filho , com 03 anos).

    2 – Também em preliminar deveria requerer o direito de visitas, já que em alguns municípios daqui de SP, alguns divórcios litigiosos, chegam a levar mais de um ano, e o genitor me pediu isso.

    3 – A minha dúvida é que com o advento da EC 66, nos divórcios litigiosos não se discutam mais essas questões e deveriam ser objeto de ações próprias, qual é a opinião da Dra.

    Poderia me ajudar.

    Muito obrigada, e estou a dsiposição caso precise de algo aqui de SP.

    Abçs.

  23. #34 by Vilma Bartholomeu on 6 de Julho de 2011 - 3:38 pm

    DRa Karla, adorei todos os comentarios. Fico muito feliz e ler suas atualizações. Parabens.

  24. #35 by A. Araujo on 6 de Julho de 2011 - 10:14 pm

    Boa noite Doutora.

    Já li em vários noticiarios que a nova lei do divorcio nao serve para o litigioso.
    Isso é verdade? E como posso me beneficiar da nova lei no caso de um processo litigioso?
    (ficarei muito grato se me responder)

  25. #36 by daniela bottega on 7 de Julho de 2011 - 2:48 pm

    Dra. Karla, bom dia.
    Parabéns pelo site!

    Sou estudante e tenho a seguinte dúvida:
    é possível peticionar: Separação de Corpos cc Divórcio Litigioso cc Pensão?
    Grata

    daniela bottega

  26. #37 by Carlos Júnior on 13 de Julho de 2011 - 12:34 pm

    Bom dia Drª. ! Admirável sua iniciativa no blog. Não sou muito ligado no D. de Família e tenho uma dúvida quanto a execução da sentença que determina a visitação. No caso a mãe se nega a entregar o filho ao pai em seus dias de visita. qual seria, na sua opinião, a medida mais adequada. A Srª. teria um modelo de peça a ser interposta? Meu nome é Carlos. Desde já agradeço sua atenção.

  27. #38 by Maria on 21 de Julho de 2011 - 2:15 pm

    Bom Dia, Dra.

    Entrei com ação de alimentos, porém mesmo depois da emenda, tive o indeferimento da inicial sem julgamento do mérito. (faltou relatar e especificar as despesas do alimentando e proventos da mãe (que não tem emprego fixo, trabalha como manicure em seu próprio lar)

    Pode me ajudar com um modelo de apelação para o caso específico.

    Desde já agradeço

    Maria

  28. #39 by José de Ribamar Silav Veloso on 3 de Agosto de 2011 - 1:53 am

    Professora. Não tenho experiência. Só recentemente recebi minha carteira da Ordem. Em julho de 2011. E estou com um caso de um senhor enfermo que esta sendo expulso de casa, pois não pode mais trabalhar. E preciso de um modelo de Ação de Dissolução de União Estável com Partilha de Bens cumulada com Pedido de Pensão Alimentos. Homem enfermo que provia boa parte do sustento da casa o qual não pode prover mais, pois, está incapacitado para suas atividades habituais vive em união estável, tem uma casa em comum e esta sendo solicitado a sair de sua residência pela família da companheira e por esta.

  29. #40 by andreia on 19 de Agosto de 2011 - 12:14 pm

    Bom dia Dra Karla,

    De acordo com a EC 66/2010 é desnecessário interregno entre separação judicial e divórcio, então lhe pergunto como ficaráa contestação na ação de conversão de sep. em divórcio. O Réu deve concordar com o divórcio e no pedido requerer a improcedência do pedido ?????

  30. #41 by Samuel da Rocha Verly on 24 de Agosto de 2011 - 8:27 pm

    OLá,
    Drª. Karla, gostei do teu blog, meu nome é Samuel da Rocha Verly, resido em Boa Esperança-ES, advogo há 18 anos, em minha cidade de tamanho pequeno no Estado de 15.000 habitantes, temos que ser um clínico geral na advocacia, no entanto, minha afinidade e a vara de família, tenho pós em direito de família e processual latu sensu. Gostaria de comunicar mais, se despertar interesse mande msg no email. advocaciadarochaverly@hotmail.com
    Nunca fui em Manaus, mas gostaria de conhecer essa bela cidade de nossa floresta tropical.

    • #42 by Adv. Karla Tavares on 17 de Setembro de 2011 - 5:52 pm

      Ah sim,

      Com certeza, você não se arrependerá de conhecer nossa bela Manaus. Fica uma dica: meses de julho a outubro, o calor forte impera. Nem os manauaras suportam.

      Um abraço,
      Karla Tavares.

  31. #43 by Celso D´Alcantara Barbosa on 26 de Agosto de 2011 - 4:45 pm

    Parabéns pela iniciativa, Drª Karla Tavares, li suas peças, são bem elaboradas e fundamentadas, com toda certeza está contribuindo com nossos colegas advogados.

    Celso D´Alcantara Barbosa
    Advogado em Goiás

    • #44 by Adv. Karla Tavares on 17 de Setembro de 2011 - 5:46 pm

      Obrigada, Dr. Celso D’Alcantara Barbosa,

      que por sinal, belo nome de doutor possues.

      Um abraço,
      Karla.

  32. #45 by Cris on 26 de Agosto de 2011 - 6:05 pm

    oi dra, tudo bem.
    Estou lendo as suas petições com bastante ateanção e gosto muito. Eum uma petição de divórcio vc disse que os bens do casal serão partilhados 50% para cada um. Porém não posso simplesmente escrever isto. Como é feita a divisão no caso do casal possuir apenas um imóvel. A mulher ou o marido venderam o imóvel. Quem ficara na casa. São perguntas que eu acredito que eu tenha que deixar claro na minha petição. Agradeco a sua orientação. Fraterno abraco de Sao Paulo. Cris.

  33. #46 by Antonio Maia on 29 de Agosto de 2011 - 12:32 pm

    Dra. Karla, Parabens pela Cidade que trabalha. Estive aí no mes de junho pp. Adorei a cidade.
    Tenho vontade de trabalhar na sua Capital, mas não tive como iniciar minha atividades.

    Tenho uma dúvida.
    Estou preparando uma ação de Divorcio Diteto Consensual via judicial, visque por escritura pública o custo é maior. No cartório, as custas com escritura e registro chaga ao valor de R$ 6.200,00. Via Judicial fica em R$ 2.600,00.
    Minha dúvida é sobre a produção de prova testemunhal. Preciso provar a separação de fato por mais de dois anos? Ou pela EC 66 basta a declaração de ambos que estão separados e não há possibilidade de reconciliação?
    Grato,
    Antonio Maia
    Adv em Paranaíba-MS.

    • #47 by Adv. Karla Tavares on 17 de Setembro de 2011 - 5:50 pm

      Bom dia, Dr. Antônio Maia,

      Ao meu ver, sim.
      Basta a declaração da separação de fato.

      Em Manaus, o mercado para a advocacia é ótimo. Amo minha cidade, e tenho sorte em poder trabalhar aqui.

      Um abraço,
      KarlaTavares.

  34. #48 by Claudia on 21 de Setembro de 2011 - 1:10 pm

    Bom Dia, Drª Karla, sou sua colega de profissão do Rio de Janeiro e preciso da sua ajuda se possível.
    Me disponibilizei a ajudar uma a amiga que quer se divociar do seu marido, mas como não atuo na área tenho algumas dúvidas, será que a Drª poderia me ajudar?
    Eles estão casados a mais ou menos 12 anos, têm um filho de 4 anos e outro de 2 meses, não estão separados de fato, possuem um carro e um apartamento ambos financiados.
    A minha primeira dúvida é acerca da partilha dos bens, pois ambos os bens são financiados, como peço na ação esta partilha?
    Em relação a guarda e pensão alimentícia das crianças posso pedi-lá na ação de divórcio? A Drª teria algum modelo que pudesse me ajudar?

    • #49 by Adv. Karla Tavares on 27 de Setembro de 2011 - 12:30 am

      Olha, essa é uma situação meio complicada.
      Ambos estão residindo na mesma casa, e financiada.

      Geralmente, eu peço a venda dos bens financiados, o pagamento da dívida, e a divisão do que sobrar. Mas, no seu caso, sei se vale muito a pena, devemos verificar quanto tempo ainda sobrará. Outra coisa, é o pagamento da parte que caberia a ele, no caso de uma possível divisão. Peça a guarda e os alimentos, sim. Acho que no blog tem um muito bom. Só falta a adaptação para a partilha dos bens financiados, como você já sabe.

      Um abraço,

      Karla!

  35. #50 by Claudia on 27 de Setembro de 2011 - 6:34 pm

    Drª Karla, muito obrigada pela sua resposta, me ajudou bastante. Qualquer coisa que precisar no Rio de Janeiro, estou a disposição. Um Abraço. Claudia.

    • #51 by Adv. Karla Tavares on 27 de Setembro de 2011 - 7:40 pm

      Vou cobrar, viu?!

      Um abraço,
      Karla.

  36. #52 by Almeida Júnior on 29 de Setembro de 2011 - 4:13 pm

    Boa tarde Dr. Karla Tavares,

    Sou advogado em Fortaleza-CE, mas não tenho experiência em Direito de Família. Fui procurado por uma amiga para entrar com um processo de alimentos, no entanto, estou com algumas dúvidas: essa minha amiga viviu em união estável com um rapaz por 9 anos, tiveram um filho, que hoje possui 8 anos, e atualmente está grávida de 8 meses. Eu gostaria de saber da possibilidade de entrar, ao mesmo tempo (no mesmo processo), com a ação de alimentos para o menor e com a ação de alimentos gravídicos. Há a possibilidade de no mesmo processo fazer esses dois pedidos?
    Já agradeço antecipadamente e parabéns pela iniciativa, pois a Dr. está contribuindo com o engrandecimento da advocácia.

  37. #53 by Almeida Júnior on 29 de Setembro de 2011 - 4:59 pm

    Boa tarde Dr. Karla Tavares,

    Sou advogado em Fortaleza-CE, mas não tenho experiência em Direito de Família. Fui procurado por uma amiga para entrar com um processo de alimentos, no entanto, estou com algumas dúvidas: essa minha amiga viviu em união estável com um rapaz por 9 anos, tiveram um filho, que hoje possui 8 anos, e atualmente está grávida de 8 meses. Eu gostaria de saber da possibilidade de entrar, ao mesmo tempo (no mesmo processo), com a ação de alimentos para o menor e com a ação de alimentos gravídicos. Há a possibilidade de no mesmo processo fazer esses dois pedidos?
    Já agradeço antecipadamente e parabéns pela iniciativa, pois a Dr. está contribuindo com o engrandecimento da advocácia

    • #54 by Adv. Karla Tavares on 30 de Setembro de 2011 - 1:16 am

      Olá Dr. Almeida Júnior,

      Na verdade são dois procedimentos diferentes, um com prova pré constituída e outro não.

      Espero ter ajudado.
      Karla Tavares.

      • #55 by Almeida Junior on 30 de Setembro de 2011 - 8:03 pm

        Obrigado pela ajuda, você é muito prestativa.
        Abração.

  38. #56 by michele mariano dominato on 3 de Novembro de 2011 - 5:38 pm

    Dra, Bom Dia!

    Gostaria primeiramente de elogiar seu blog, que tem sido de grande ajuda e incentivo. Hoje, estou com problema pois, preciso fazer uma reconvenção em uma ação de reconhecimento de união estável, para retirar o nome da “companheira” do atestado de óbito, e ainda levantar possíveis bens do falecido. É melhor a reconvenção ou uma outra ação?????
    desde já agradeço a atenção.

  39. #57 by Débora on 22 de Novembro de 2011 - 4:28 pm

    sou Advogada “novata” resido no interior de São Paulo …Parabéns…amei o seu blog…é muito preciso e eficaz…beijos…

  40. #58 by Luiza on 27 de Fevereiro de 2012 - 1:26 pm

    Bom dia Dra. Karla!

    Na ação de divórcio posso cobrar o pagamento de despesas relativas a compras efetuadas pelo cônjuge em nome do outro, através de cheques pré-datados e cartões de crédito, pedindo para compensar na partilha dos bens?

    • #59 by Adv. Karla Tavares on 26 de Março de 2012 - 12:16 am

      Cara Luiza,

      Não só pode, como deve.
      Além dos bens, as contas feitas devem ser também partilhadas.

      Um abraço,
      Karla Tavares.

  41. #60 by André Bolfarini on 29 de Fevereiro de 2012 - 4:45 pm

    Sou Estagiário no Estado de São Paulo, muito bom o modelo de ação de alimentos…… parabéns,. e muito obrigado…..

    • #61 by Adv. Karla Tavares on 26 de Março de 2012 - 12:16 am

      Obrigada André,

      Espero que continue no caminho da pesquisa e do conhecimento.
      Um abraço,

      Karla Tavares.

  42. #62 by Livia Cristina on 23 de Abril de 2012 - 6:27 pm

    Boa Tarde, Dra Karla.
    estou com dúvidas: O casal separou de fato, quando tinha 3 anos de casados. Hoje estão separados há 20 anos; Neste tempo de separação um deles recebeu uma Herança; o outro conjuge tem direito da herança, caso venham se divorciar agora, como ficam?

  43. #63 by Jasiel Pereira on 11 de Março de 2013 - 4:52 am

    Exelência de blog! Tenho aprendido com vc! Mas independente do valor profissinal, me leva para vc e Manaúcio/AM; tanho paixão por essa região Norte. Jasiel adv/PE!

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